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Fotografia de um papel em formato da cabeça deum homem com uma fita roxa nos neurônios desenhados. É a fita de conscientização da epilepsia

Crises epilépticas: como reconhecer e tratar?

Crises epilépticas podem ser comuns a pacientes com a doença neurológica epilepsia. Os quadros podem se diferenciar bastante, seja em sintomas, tipos ou tratamento, por isso, requer o diagnóstico de um neurologista.

As crises epilépticas podem gerar consequências que comprometem a qualidade de vida do paciente. Para saber mais como agir durante uma crise e até mesmo o que causa, para evitar os fatores de risco, continue a leitura. 

O que é crise epiléptica?

As crises epilépticas são as manifestações de um aumento de atividade elétrica cerebral, também explicado como uma descarga de energia anormal nos neurônios, gerando comportamentos corporais incomuns.

Os neurônios cerebrais se comunicam por meio de impulsos elétricos, ao obter uma crise epiléptica, o paciente apresenta pertubação nesses impulsos.

Imagine uma fiação, e que de repente esses fios comecem a receber descargas anormais, desordenadas e dessincronizadas. É exatamente isso que ocorre com os neurônios durante uma crise epiléptica.

As crises epilépticas são quadros frequentes naqueles que possuem epilepsia, que é uma doença neurológica e crônica, e podem se repetir em intervalos variáveis de quadro para quadro.

Convulsão x crise epiléptica

A convulsão é um sintoma da crise epiléptica. Enquanto a crise epiléptica é a própria reação da descarga anormal de energia, a convulsão é a crise caracterizada por tremor incontrolável por todo corpo.

A convulsão geralmente ocorre quando se trata de uma crise epiléptica generalizada, acometendo os dois lados do cérebro.

10 principais causas de crises epilépticas

Fotografia de dois médicos realizando alguns exames cerebrais na paciente sentada na cadeira. Há uma tela mostrando imagens cerebrais do paciente.

Existem muitas causas para as crises epilépticas e cada uma pode manifestar um sintoma diferente

As crises epilépticas podem ser causados por:

  • AVC
  • Insônia
  • Meningite
  • Antepilépticos
  • Hiperventilação
  • Trauma cerebral
  • Paralisia cerebral
  • Tumores cerebrais
  • Alterações metabólicas
  • Anóxia Neonatal (falta de oxigênio durante o parto)

Também existem causas emocionais para crises epilépticas e fatores que influenciam no aumento das crises, veja:

  • Rotina prejudicial: não se alimentar e não descansar/dormir corretamente. Uso exagerado em álcool e drogas e sua abstinência também são potentes agentes.
  • Medicamentos: seja no início ou na decisão de parar, o uso irregular de medicamentos são fatores de risco não apenas para crises epilépticas, mas uma série de quadros clínicos. A suspensão abrupta de medicamentos é um grande risco.
  • Febre alta e duradoura, assim como muito estresse, são agentes potencializadores para causa de crises epilépticas.

Ao possuir algumas das doenças mencionadas acima ou obter uma rotina semelhante, não deixe de marcar um neurologista para uma avaliação. Clique aqui e garanta sua consulta!

Tipos de crises epilépticas: todass as 8 classificações!

Existem dois tipos de crises epilépticas e elas possuem focos e ramificações diferentes, um caracterizada como crise de epilepsia parcial e a outra como crise de epilepsia  generalizado. Saiba mais:

Crises Parciais

Como o nome indica, as crises epiléticas parciais ou crises epilépticas focais possuem a descarga anormal de energia em uma pequena região do cérebro responsável pela consciência e capacidade de memória e resposta.

Neste caso, o paciente pode manifestar comportamentos alterados, tanto físico como psicológico e sensorial, como sentir cheiros estranhos, perder-se da realidade, ter alucinação ou realizar movimentos repetitivos como esfregar as mãos. 

Geralmente, é um tipo de crise epiléptica causada por danos cerebrais e genéticos, como AVC.

Dentro dessa classificação, existem:

  • Crises do lobo temporal (mais comum)
  • Crises do lobo frontal (comum)
  • Crises do lobo occipital (menos comum) 
  • Crises do lobo parietal (menos comum)

Fique atento aos detalhes, as crises epilépticas no lobo occipital, por exemplo, pode ser confundida com uma cefaleia intensa ou enxaqueca.

Além disso, as crises epilépticas parciais possuem alta capacidade de se espalhar a todo cérebro, gerando convulsão generalizadas com perda de consciência.

Crises Generalizadas

As crises epilépticas generalizadas envolve ambos os lados cerebrais, por isso, os sintomas são mais característicos: perda de tônus muscular e rigidez. É comum que os sintomas manifestem no corpo todo.

Este caso também pode é diagnosticado como “Epilepsia Generalizada Idiopática“, porque sua causa geralmente é desconhecida.

Dentro desse tipo de crise epiléptica, existem as ramificações:

  • Crises de ausência (interrupção repentina de movimentos e fala – comum em crianças)
  • Crises mioclônicas (choque muscular e movimentos bruscos)
  • Crises tônicas (sintomas consideráveis)
  • Crises tônico-clônicas Generalizadas (convulsão após corpo enrijecido)

13 principais sintomas de crises epilépticas

Fotografia de mulher com as mãos na cabeça e com a feição de dor, devido a uma forte dor de cabeça causada por crises de epilépticas.

Os sintomas podem enganar o diagnóstico, é preciso agendar uma consulta

As crises epilépticas nem sempre apresentam os mesmo sintomas. Enquanto alguns pacientes perdem a consciência e ficam em estados convulsionais, outros se sentem como em um transe por apenas alguns minutos.

Essa alteração pode ocorrer por diferentes motivos, mais o principal deles é o tipo de crise epiléptica, ou seja, qual parte do cérebro foi acometido.

Dito isso, conheça os sintomas mais frequentes em pacientes com crises epilépticas:

  • Dificuldades cognitivas e de comunicação
  • Contração muscular involuntária
  • Problemas involuntários
  • Incontinência urinária
  • Perda da consciência
  • Alteação sensorial
  • Formigamento
  • Espasmos

Sintomas discretos também merecem atenção, pois podem indicar as “crises epiléticas de ausência”:

  • Olhar parado
  • Movimentos automáticos
  • Alteração sutil de comportamento
  • Piscar em excesso por poucos segundos
  • Parada abrupta do que se estava fazendo, pode estar associadas com os pontos 2 e 4

As crises epilépticas podem gerar riscos a qualidade e a vida do paciente quanto não é dada a devida atenção, haja diferente, fale agora mesmo com um neurologista.

Clique e agende sua consulta

Diagnóstico para crises epilépticas

Ainda que os sintomas sejam característicos, nem sempre se trata de crises epiléticas, portanto, apenas o neurologista poderá realizar o diagnóstico corretamente.

Para isso, o profissional irá analisar o histórico de saúde pessoal e familiar do paciente, quadro de sintomas. Também é indispensável a realização dos seguintes exames:

  • Eletrencefalograma
  • Ressonância
  • Tomografia

Tratamento para crises epilépticas

O tratamento nem sempre será uma necessidade. Um forte indicador do tratamento irá variar conforme a causa, frequência e sintomas das crises epiléticas. 

No entanto, se houver necessidade, com o tratamento ideal, 70% de paciente conseguem se ver livres das crises epilépticas.

Em geral, os possíveis tratamentos para crises epiléticas são:

  • Medicamento específicos, no caso, os antepilépticos
  • Cirurgia, principalmente em estágios graves, com crises epilépticas frequentes e incontroláveis, a cirurgia pode ser o tratamento que melhor proporcionará uma qualidade de vida. Existe a neuromodulação, que se baseia na estimulação cerebral ou dos nervos periféricos
  • Terapia psicológica, para controle de estresse

Marque agora mesmo sua consulta com um neurologista qualificado, são apenas alguns cliques!

O que fazer ou não fazepilepsia

r durante crises epilépticas?

 

Fotografia de duas mulheres, em que uma está em pé ajudando a outra, que está sentada com as mãos no rosto, aparentando estar passando mal

As crises epilépticas podem gerar sérias consequência quando não tratada

As crises epilépticas ocorrem inconscientemente, portanto, não há como evitar crises epilépticas, retardar ou precipitá-la, exceto as causadas por anóxia neonatal e doenças cerebrovasculares.

Mas, independente do caso, é ideal saber como proceder durante uma crise. Saiba como agir nesse momento:

    1. Tire de perto objetos que podem machucar o paciente. Se for possível, coloque-o numa superfície confortável e segura
    2. Proteja a cabeça do paciente
    3. Retire objetos que possam impedir o paciente de respirar, como colares e gravatas
    4. Após a crise, vire o paciente de lado evitando engasgamento
    5. Não saia de perto do paciente
    6. Não tente impedir ou ajudá-lo com medicamentos, isso não será eficiente, mas sim prejudicial
    7. Cuide do tempo. Se em 30 minutos o paciente não recuperar consciência, é necessário levá-lo ao hospital. Também será questionado pelos profissionais a duração da crise.

Dicas de como agir durante crises epilépticas

Confira algumas ficas para lidar com pessoas em crises epilépticas:

  1. Mantenha o foco

A imagem de um paciente tendo crise epiléptica pode assustar, pois é comum que ele caia, fique roxo, espumando pela boca, além de contrair todos os seus músculos inconscientemente, então, mantenha a calma e aja corretamente, conforme indicado acima.

  1. Tenha paciência

As crises epilépticas duram, em torno, de um minuto. No entanto, até que o paciente fique completamente consciente, se leva até 1 hora. Ele poderá estar dolorido e cansado após a crise.

  1. Chame um profissional

Busque por ajuda médica quando:

  1. Há ferimento causado durante a crise
  2. A crise persiste por mais de 5 minutos
  3. Crises seguidas sem recuperação da consciência
  4. É o primeiro episódio de crise epiléptica

O paciente com crises epilépticas pode levar uma vida normal, incluindo dirigir, contanto que comprove estar em tratamento e sem crises por, no mínimo, 6 meses.

Gostou de saber mais sobre o que são crises epilépticas?  Então, se aventure por outros temas do nosso blog. Aproveite!

Lembrando que as explicações aqui descritas e recomendações não substituem a análise específica de cada quadro, realizada somente pelo profissional. Marque a sua consulta, entre em contato com o neurologista de SP, Dr. Thiago pelos meios:

  • Telefone:  (11) 31675770
  • E-mail: contato@neurocirurgiasp.com.br

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Dr Thiago Rodrigues | CRM 140571 | RQE 59016 Neurocirurgia e Clínica de Dor
Dr. Thiago Rodrigues, MD, PhD | Neurocirurgião e Especialista em Dor (EPM/UNIFESP)
CRM 140571 | RQE 59016 | São Paulo — Iowa City (2026) | contato@neurocirurgiasp.com.br
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