Dr ThiagoDr ThiagoDr ThiagoDr Thiago
  • Dr. Thiago Rodrigues
  • Especialidades
    • Cirurgia para doenças de parkinson
    • Infiltração na coluna é o procedimento ideal para o seu quadro?
    • O que é a neuralgia do trigêmeo e como tratar?
    • Tumores Cerebrais
    • Tudo sobre neurocirurgia infantil e neurocirurgia pediátrica
    • Neurocirurgia Funcional
      • Bombas de morfina baclofeno
      • Estimulação medular para dor crônica
      • Espasticidade: veja as causas, graus e sintomas!
  • Doenças / Procedimentos
    • Cefaléias (dores de Cabeça)
    • Dor após Herniorrafia
    • Dor complexa regional
    • Dor Lombar
    • Dor Lombar após cirurgia na coluna
    • Dor Miofascial
    • Dor Neuropática
    • Dor no joelho: entenda a complexidade do quadro
    • Dor oncológica
    • Fibromialgia tem cura? Conheça os tratamentos!
    • Hérnia de Disco lombar
    • Lesão do Plexo Braquial
    • Como tratar a dor da Neuralgia Pós-Herpética?
    • Polineuropatia Diabética
  • Artigos
  • Home
  • Artigos
  • Serviço de Neurocirurgia
  • Esclerose Lateral Amiotrófica: como diagnosticar a rara doença?
Cadeirante abraçando sua médica

Esclerose Lateral Amiotrófica: como diagnosticar a rara doença?

A esclerose lateral amiotrófica é uma doença rara. Segundo a Pfizer, há uma incidência de um a cada 50 mil casos por ano, e prevalência de uma a cada 20 mil casos por ano.

Trata-se de uma doença, no qual os seus sintomas geralmente se manifestam quando o quadro já está grave, o que dificulta o tratamento  e antecede o prognóstico. Ainda, existem algumas doenças que podem ser confundidas com esclerose lateral amiotrófica (ELA), devido aos sintomas, causando confusão no diagnóstico.

É necessário conhecer os sintomas e possíveis tratamentos, mas é ainda mais importante estar sempre atento à saúde nervosa e geral. Continue a leitura para saber tudo sobre a doença esclerose lateral amiotrófica.

O que é esclerose lateral amiotrófica?

Esclerose lateral amiotrófica, também conhecida pela sigla ELA,  se trata de uma doença neurológica, progressiva e inexorável.

A ELA afeta dois neurônios:

  1. Neurônios motores superiores, presentes no córtex;
  2. Neurônios inferiores, na medula espinhal

Essa degeneração impossibilita a comunicação entre cérebro, medula espinhal e músculos, logo, os impulsos nervosos são perdidos, fazendo com que o paciente perca o controle dos movimentos voluntários com paralisia gradual das suas funções motoras, respiratórias e de fala, por exemplo.

O que causa a doença esclerose lateral amiotrófica (ELA)?

A causa da esclerose lateral amiotrófica (ELA) é idiopática, porém, pode estar relacionada ao uso excessivo da musculatura; ausência de uma proteína específica chamada parvalbumina e, também, a fatores genéticos.

20% dos casos são vistos em pacientes com alteração genética SOD1, TDP-43, FUS, ELA8, VAPB, no restante, idiopáticos.

Existem, ainda, alguns gatilhos para a ELA, como:

  • Traumas físicos;
  • Processo inflamatório;
  • Exposição a agentes tóxicos;
  • Atividade física em excesso – por isso, pode ser comum  em atletas.

Fatores de risco

Este é um quadro raro, mas que possui alguns fatores de risco, dentre eles, próprias questões de gênero, etnia, localização ou intrínsecas ao ser humano. 

O quadro é mais comum em homens a partir dos 45 anos, por exemplo, mas há um pico de aumento na idade dos 70-80 para qualquer pessoa.

Tipos de esclerose lateral amiotrófica

Existem dois tipos de esclerose lateral amiotrófica, são eles:

  • Esporádico: corresponde em 95% dos casos; idiopático.
  • Familiar: raro, porém seu diagnóstico é mais conhecido devido as alterações genéticas. Sua causa está associada ao histórico familiar.

Sintomas de esclerose lateral amiotrófica (ELA)

Fotografia de mulher com dor nas mãos

Os sintomas de esclerose lateral amiotrófica estão relacionados ao próprio nome da doença:

  • Esclerose: endurecimento
  • Lateral: em apenas um dos lados
  • Amiotrófica: atrofia muscular

Mas ainda que sejam os principais, não são os únicos sintomas do quadro. Há relatos de sinais significativos e alguns bem comuns, como:

  • Cifose
  • Câimbra
  • Espasmos
  • Hipertonia
  • Hiperreflexia
  • Falta de equilíbrio
  • Tremores musculares
  • Dificuldade respiratória
  • Dificuldade para engolir
  • Tensão muscular (espasticidade)
  • Dificuldade na fala e mastigação
  • Problema na marcha – tropeços se tornam comuns

Normalmente os sintomas se manifestam primeiro nos membros superiores, principalmente nas mãos e, então, seguem para os membros inferiores. A cãibra tem se mostrado um forte sinal da doença.

Quanto às capacidades intelectuais e cognitivas geralmente não são prejudicadas. Também não é comum que funções sensoriais e movimentos oculares sejam prejudicados, mas podem aparecer apenas com o avanço e não tratamento do quadro.

É possível reconhecer o início dos sintomas a partir dos neurônios afetados, separadamente, entenda:

  • Início medular: começa com o comprometimento dos braços e mãos, principalmente
  • Início bulbar (mais grave): dificuldade na articulação das palavras e na disfagia (deglutição), evoluindo para desnutrição e anartria.  

Em geral, os sintomas da esclerose lateral amiotrófica aparecem quando aproximadamente 80% dos neurônios motores já estão comprometidos.

Fique atento aos seus sinais corporais. Antes mesmo da aparição dos sintomas é extremamente importante para o diagnóstico que seja identificada a esclerose lateral amiotrófica.

Aproveite e fale agora mesmo com um neurologista!

Doenças que podem ser confundidas com esclerose lateral amiotrófica (ELA)

Algumas doenças que atinge os movimentos musculares e motores podem ser confundidas com a ELA, veja alguns exemplos:

  • Neuropatia
  • Polimiosites
  • Doença de Lyme
  • Paralisia bulbar progressiva
  • Atrofia muscular progressiva

Diagnóstico para esclerose lateral amiotrófica (ELA)

O diagnóstico da esclerose lateral amiotrófica é feito pelo neurologista. Geralmente, o profissional irá se basear nos sinais e sintomas que o paciente apresenta, assim como o histórico de saúde e familiar.

Para comprovar o diagnóstico de ELA, alguns exames serão realizados, como:

  • EAS (Elementos Anormais do Sedimento)
  • Ressonância Magnética (RM) do córtex
  • Estudo de Condução Nervosa (NCS)
  • Eletromiografia (EMG)
  • Exames laboratoriais
  • Testes genéticos
  • Sorologias

Procure o profissional ideal e trate a condição de saúde da forma correta!

Tratamentos para esclerose lateral amiotrófica (ELA)

fotografia de neurologista analisando um exame de imagem

Esclerose Lateral Amiotrófica pode ser tratada por diferentes profissionais

O tratamento para esclerose lateral amiotrófica é multidisciplinar, contando com o auxílio dos profissionais: 

  • Neurologistas;
  • Fonoaudiólogos;
  • Fisioterapeutas,
  • Nutricionistas e,
  • Psicólogos.

Todo tratamento, independente da área médica, possui o objetivo de aumentar a qualidade e a sobrevida do paciente, a partir do retardo da evolução do quadro.

Cada uma dessas áreas poderá orientar o uso de equipamentos, como por exemplo:

  • Equipamentos respiratórios;
  • Cadeira de rodas;
  • Uso de órteses.

Quanto aos medicamentos, é possível que o profissional receite as opções riluzole ou edaravo.

Quanto antes diagnosticado e tratado, melhor pode surtir os efeitos

Prognóstico

Estima-se um período de 3 a 5 anos (sobrevida), depende de vários fatores. Apenas 10% vivem 10 anos.

Esclerose lateral amiotrófica tem cura?

Não, a esclerose lateral amiotrófica não tem cura. No entanto, os tratamentos auxiliam no retardo da progressão da doença, assim como contribuem para o tratamento da dor.

Possíveis complicações da lateral amiotrófica

Além dos próprios sintomas, que são bastante consideráveis, é possível ainda que se desenvolvam complicações com o não-tratamento, como:

  • Úlceras;
  • Pneumonia;
  • Perda da fala;
  • Perda de peso acentuada;
  • Incapacidade respiratória.

Marque uma consulta com o Dr. Thiago, Neurologista em SP

Prevenção para esclerose lateral amiotrófica (ELA)

Como a doença não possui cura e, muitas vezes, não é conhecida sua causa, ainda não se sabe como prevenir.  No entanto, se a causa for familiar, é possível realizar um aconselhamento genético e buscar entender as soluções.

Em geral, o ideal é assim que os sintomas se manifestarem, buscar um profissional adequado para indicar o tratamento. Se possível, antes mesmo dos sintomas.

Curiosidades da doença ELA 

  • Muitos nomes famosos desenvolveram a esclerose lateral amiotrófica, como: Lou Gehrig e astrofísico Stephen Hawking
  • 21/6: Dia Nacional de Luta Contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Neurologista em SP

Se você procura um médico especializado em neurologia em São Paulo que seja capaz de contribuir para o bem-estar do paciente de maneira efetiva, proporcionando um tratamento focado e individualizado, entre em contato e agende uma consulta com o Dr. Thiago Rodrigues.

O Dr. Thiago, neurocirurgião em SP, possui certificados nacionais e internacionais na área da neurologia para oferecer um atendimento de excelência para seus pacientes. Caso queira fazer uma avaliação, clique neste link!

Fotografia do Dr. Thiago Rodrigues

Saiba tudo sobre o Thiago, conheça o profissional adequado para seu tratamento

Ignorar a dor e outros sintomas que foram mencionados aqui podem gerar sérias complicações. Por isso, busque o tratamento ideal. Se você mora ou está na  capital de SP, já marque sua consulta com o neurologista Dr. Thiago pelos meios:

  • Telefone:  (11) 31675770
  • E-mail: contato@neurocirurgiasp.com.br

Agende sua consulta agora mesmo pelo WhatsApp!

Lembrando que as explicações aqui descritas e recomendações não substituem a análise específica de cada quadro, realizada somente pelo profissional. 

Gostou de saber mais sobre o que é esclerose lateral amiotrófica e seus vários sintomas? Então, se aventure por outros temas do nosso blog. Aproveite!

Compartilhar

Artigos Relacionados

Fotografia de mulher com desenho da coluna vertebral interior em vermelho, indicando dor ou inflamação. Ela também está com as mãos nas costas, como apoio.
29 de outubro de 2024

Estenose espinhal na coluna: saiba o que é e como tratar!


Leia mais
Imagem de uma médica, vestindo um jaleco brando e de costas, que está avaliando o pescoço de uma paciente idosa para realizar artrodese cervical, também de costas, vestindo blusa vermelha.
9 de outubro de 2024

Artrodese cervical: o que é, como funciona e direitos


Leia mais
Fotografia de mulher, aproximadamente 60 anos, sentada numa cadeira enquanto faz uma compressão com as mãos no próprio pé. Sua expressão é de dor ou incômodo.
29 de janeiro de 2024

O que é polineuropatia: causas, sintomas e tratamento


Leia mais

Artigos Recentes

  • Estenose espinhal na coluna: saiba o que é e como tratar! 29 de outubro de 2024
  • Artrodese cervical: o que é, como funciona e direitos 9 de outubro de 2024
  • Espondilose Lombar: o que é e como tratar 11 de junho de 2024
  • O que é polineuropatia: causas, sintomas e tratamento 29 de janeiro de 2024
  • O que a mão dormente pode significar? 15 de janeiro de 2024
Dr Thiago Rodrigues | CRM 140571 | RQE 59016 Neurocirurgia e Clínica de Dor
Dr. Thiago Rodrigues, MD, PhD | Neurocirurgião e Especialista em Dor (EPM/UNIFESP)
CRM 140571 | RQE 59016 | São Paulo — Iowa City (2026) | contato@neurocirurgiasp.com.br
© 2026 Todos os Direitos Reservados