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  • O que é osteofitose e por que não tem cura?
Fotografia de homem com as mãos na coluna indicando dor, ele pode estar com diagóstico de osteofitose.

Osteofitose não tem cura. Conheça os tratamentos!

Osteofitose é, na verdade, uma defesa do nosso organismo para evitar mais sobrecarga e desgaste da coluna vertebral. No entanto, há ações e doenças que podem facilitar o desenvolvimento do “bico de papagaio”, como também é chamado.

Além disso, osteofitose é um quadro que não tem cura e pode nem mesmo haver sintomas de imediato, no entanto, a longo prazo é capaz de limitar os movimentos do paciente. Assim, é preciso realizar exames de imagens para identificá-lo.

Ficou curioso para saber mais sobre o que é osteofitose, suas causas e tratamentos? Então, continue a leitura! 😉

O que é osteofitose?

Osteofitose, ou bico de papagaio como também conhecido, é a consequência do crescimento anormal de tecido ósseo ao redor de articulações vertebrais, gerando uma saliência. Eles podem crescer em qualquer parte do corpo, no entanto, é mais comum na coluna vertebral, joelhos, pés, mãos e quadril.

Veja a diferença entre uma coluna saudável e uma coluna com osteofitose:

Desenho para exemplificar a coluna normal e uma coluna com osteofitose. A coluna com osteofitose possui como se fossem bicos em suas extremidades.

Reprodução: colunaSP

Com o desenvolvimento da osteofitose, outras doenças são geradas, uma vez que as raízes nervosas se comprimem. Assim, se torna comum que o paciente sinta bastante dor e, com o tempo, dificuldade em atividade comuns do dia-a-dia.

Curiosidade: osteofitose também pode ser chamado de “bico de papagaio” devido à forma que a expansão óssea causa, que é bastante semelhante ao bico da ave. Você achou parecido?

Causas da osteofitose

Há diferentes causas para osteofitose, mas, de modo geral, a pressão aplicada e o desgaste gerado ao disco invertebral é o que explica o quadro. Em casos mais graves, pode haver compressão das raízes nervosas. 

Com o intuito de “equilibrar” ou estabilizar esse desgaste ósseo, o corpo humano cria um tecido (ósseo) localizado que passa a ser percebido pela saliência, o então conhecido “bico de papagaio”. 

E existem ações, doenças e acidentes que geram essa pressão ou desgaste causadora da osteofitose. Entenda quais são eles:

  • Má postura: causa cada vez mais comum devido aos comportamentos atuais não saudáveis para a coluna, dentre eles, o uso do celular e o home office.
  • Envelhecimento (osteofitose degenerativa): frequentemente diagnosticado em pessoas 50+, devido ao desgaste natural dos discos invertebrais.
  • Tensão muscular por estresse
  • Predisposição genética
  • Doenças reumáticas
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Fraturas

Também, da mesma forma que a osteofitose pode gerar doenças, há quadros de patologias que desenvolvem osteofitose, como:

  • Artrose
  • Osteoartrose 
  • Artrite Reumatoide

Se você possui algum dos quadros acima, aproveite e marque uma consulta para verificação!

Sintomas da osteofitose

Fotografia de idoso com dor nas costas. Ele está com as mãos nas costas enquanto senta no sofá.

Os sintomas nem sempre são óbvios, por isso, fique atento a sintomologia da osteofitose.

Dificilmente a osteofitose apresenta outros sintomas que não o físico, por conta da saliência na coluna. 

No entanto, quando associada a outra condição ou se, a depender da localização, pressiona as raízes nervosas, pode gerar bastante dor que irradia para membros superiores e inferiores. A partir do momento em que o quadro de osteofitose já possui um nível mais grave, sintomas como os listados a seguir podem se desenvolver:

  • Dor ciática
  • Dor cervical
  • Dor que pode irradiar
  • Perda da força muscular
  • Limitação nos movimentos
  • Sensibilidade nos membros superiores
  • Formigamento localizado (conforme a região, se na lombar, afeta os membros inferiores; se na cervical, afeta os membros superiores)

Os sintomas de cada paciente irão depender do local acometido e se há alguma compressão.

Não deixe chegar ao nível mais grave de uma doença. Marque uma consulta com o neurologista. Quanto antes diagnosticado e tratado, mais possível é a recuperação. 😉

Clique e agende sua consulta!

Diagnóstico de osteofitose

O diagnóstico de osteofitose é realizada como muitos outros problemas de coluna. Portanto, uma série de exames são realizados. 

Inicialmente, o profissional irá considerar o histórico familiar do paciente, depois alguns exames físicos, tocando o local de queixa e, para se ter uma visão completa do quadro, exames de imagens serão solicitados, dentre eles:

  • Ressonância Magnética
  • Tomografia (TM)
  • Radiografias

É muito comum que mais de um dos exames mencionados acima sejam realizados, visando um diagnóstico de osteofitose completo, entendendo o nível do dano causado e o local exato.

Tratamento para osteofitose

O tratamento para osteofitose irá variar conforme o tipo, sintomas e gravidade do quadro. Portanto, apenas após o diagnóstico com o profissional, algum tipo de tratamento pode ser realizado.

Em geral, o tratamento para osteofitose requer maior atividade do paciente. Por isso, é recomendado:

  • Atividades físicas, visando o fortalecimento das articulações e músculos;
  • Medicamentos, como analgésicos e anti-inflamatório caso haja dor;
  • Reeducação postural;
  • Fisioterapia;
  • Acupuntura.

No caso de osteofitose, o repouso não é contraindicado, mas também não é a melhor sugestão de tratamento. As opções mencionadas acima surtirão efeito positivo a longo prazo e não apenas momentaneamente, como o repouso.

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Cirurgia para osteofitose

Fotografia de médico analisando os exames de imagem de um paciente com osteofitose.

Os exames dirão exatamente onde está o problema e o seu grau de desenvolvimento.

 

A cirurgia para osteofitose é Indicado quando o paciente apresenta dano neurológico súbito (perda da força e sensibilidade – situação em que nervos e medula são atingidos) ou quando a coluna apresenta desalinhamento progressivo, gerando dores intensas, fraqueza e sensibilidade nos membros superiores

A cirurgia se resume em retirar os osteófitos ou bico de papagaio. Com as técnicas atuais, os tratamentos cirúrgicos possíveis são menos invasivos e mais rápidos. Em casos de desgaste, poderá ser necessária uma substituição articular, verifique com o seu

Há chance de alguns dos sintomas neurológicos (fraqueza e sensibilidade, por exemplo) voltar após a cirurgia para osteofitose, mas apenas quando as raízes nervosas estão danificadas. 

Contudo, é preciso realizar diferentes tipos de tratamentos para se livrar dos sintomas e melhorar consideravelmente a qualidade de vida do paciente.

Osteofitose tem cura

Não, a osteofitose não tem cura, pois o disco invertebral que foi desgastado não é capaz de se regenerar. Mas com os tratamentos é possível reduzir os sintomas de forma satisfatória.

Prevenção para osteofitose

Não é possível curar a osteofitose, mas sim se prevenir. Por isso, separamos 3 dicas importantes para implementar na rotina, confira:

  • Obter uma rotina saudável: seja na alimentação, na hora do lazer ou no cuidado físico, é necessário seguir uma vida saudável. Anote as possíveis causas da osteofitose e faça exatamente o oposto.
  • Realizar exercícios físicos: lembrando que sempre com auxílio de um profissional, caso contrário, poderá gerar traumas.
  • Cuidar da ergonomia: principalmente com o modelo de trabalho atual (home office), a ergonomia é esquecida, mas pode gerar não só a osteofitose, mas uma série de problemas na coluna. 

Preparamos esse artigo para obter uma boa ergonomia no trabalho, confira!

Gostou de saber o que é osteofitose e quer saber mais sobre outras doenças, então, recomendamos o nosso blog. 🙂

Se você ou alguém próximo possui essa, ou qualquer outro tipo de dor, realize o tratamento adequado e viva com muito mais qualidade. Fale com um especialista!

Marque sua consulta aqui. 

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Dr Thiago Rodrigues | CRM 140571 | RQE 59016 Neurocirurgia e Clínica de Dor
Dr. Thiago Rodrigues, MD, PhD | Neurocirurgião e Especialista em Dor (EPM/UNIFESP)
CRM 140571 | RQE 59016 | São Paulo — Iowa City (2026) | contato@neurocirurgiasp.com.br
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