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  • Estenose espinhal na coluna: saiba o que é e como tratar!
Fotografia de mulher com desenho da coluna vertebral interior em vermelho, indicando dor ou inflamação. Ela também está com as mãos nas costas, como apoio.

Estenose espinhal na coluna: saiba o que é e como tratar!

A estenose espinhal significa que há um estreitamento no canal espinhal, gerando uma série de sintomas. É um quadro mais frequente em idosos, no entanto, pode ser desenvolvido a partir do diagnóstico de doenças, como Hérnia de Disco. 

Neste artigo, vamos abordar diagnóstico e opções de tratamento, ajudando você a encontrar alívio e melhorar sua qualidade de vida.  Continue a leitura. 😉

O que é estenose espinhal?

A estenose espinhal ocorre quando o canal da coluna vertebral, por onde passam os nervos, se estreita. Esse estreitamento causa pressão nos nervos, levando a dor, formigamento e até dificuldade para se movimentar. 

Exemplo simples: imagine que a sua coluna é como um túnel de uma estrada, por onde passam carros (os nervos). Com o tempo, esse túnel começa a ficar mais estreito por causa de pedras que vão se acumulando (problemas na coluna, como desgaste e esporões ósseos).

E conforme o canal se comprime, o fluxo normal de sinais nervosos é interrompido, o que pode causar outros sintomas graves, se não tratado. De acordo com a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), aproximadamente 5% das pessoas acima dos 50 anos desenvolvem estenose espinhal, o que pode impactar significativamente a qualidade de vida.

O que causa estenose espinhal?

Mulher jovem com expressão de dor tocando a parte inferior das costas enquanto está sentada em frente a um laptop em casa, possivelmente sofrendo de dor nas costas após trabalhar por muito tempo.

Ainda que existem padrões, apenas o médico especialista pode diagnosticar e tratar um quadro de estenose espinhal.

O envelhecimento natural da coluna é a principal causa da estenose espinhal, portanto, é mais frequente na velhice. No entanto, as causas podem ser tanto adquiridas ao longo da vida quanto presentes desde o nascimento, entenda como:

  • Desgaste natural da coluna (causa adquirida): a principal causa da estenose espinhal é o envelhecimento, como mencionamos. Com o tempo, os discos intervertebrais se desgastam, os ligamentos da coluna engrossam, e o osso pode crescer em excesso, criando problemas que invadem o canal vertebral e comprimem os nervos.
  • Defeito congênito (causa primária): já algumas pessoas nascem com o canal vertebral naturalmente estreito, uma condição conhecida como estenose espinhal congênita ou primária. Esse defeito de formação pode causar sintomas desde a infância ou adolescência, embora em alguns casos os sintomas só apareçam mais tarde. Vale um acompanhamento médico para avericar a necessidade de tratamento.

Ainda, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças degenerativas  afetam até 80% da população idosa, levando ao desgaste dos discos e articulações vertebrais. Algumas doenças que podem agir como agentes causadores da estenose espinhal, são:

  • Hérnia de disco: quando o disco intervertebral se desloca ou rompe, pode invadir o canal vertebral e causar compressão dos nervos.
  • Lesões traumáticas: acidentes ou fraturas que envolvem a coluna podem alterar a estrutura do canal.
  • Tumores: crescimentos anormais de tecido dentro ou ao redor da coluna também podem estreitar o canal.
  • Doenças inflamatórias: condições como a osteoartrite podem provocar inflamação nas articulações e pressionar o canal vertebral.

Fatores de risco

Estudos indicam que pessoas acima de 50 anos têm maior propensão a desenvolver estenose espinhal. O avanço da idade está ligado ao desgaste da coluna, mas outros fatores também aumentam o risco.

Se você se familiarizar com alguns dos fatores mencionados acima, não hesite em buscar ajuda.

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Quais são os tipos de estenose espinhal?

A estenose espinhal pode ser classificada em dois tipos principais que são estenose espinhal congênita, ou seja, de nascença; e estenose secundária (adquirida), por causas degenerativas, conforme mencionamos acima.

Mas além dessas classificações, também é importante entender as localizações da estenose:

  • Estenose lombar: acontece na parte inferior das costas e é a mais comum, causando dor nas pernas e dificuldade ao caminhar.
  • Estenose cervical: o estreitamento ocorre no pescoço, e pode causar dor nos braços, dificuldade de coordenação e até problemas neurológicos mais graves.
  • Estenose torácica: embora menos comum, pode ocorrer na região torácica, no meio das costas. Esse tipo de estenose pode causar dor que, dependendo da gravidade, irradia ao redor do tórax. Pode também afetar as pernas, levando à fraqueza ou dificuldade para caminhar.

Sintomas de estenose espinhal

Os sintomas de estenose espinhal podem variar, mas entre os mais comuns estão:

  • Dor nas costas e no pescoço: segundo a SBC, cerca de 70% dos pacientes com estenose lombar relatam dor irradiada para as pernas.
  • Dormência e formigamento: nas pernas, braços e outras áreas afetadas pelos nervos comprimidos.
  • Fraqueza muscular e perda de equilíbrio: o que pode dificultar caminhar, ficar em pé por longos períodos ou até realizar atividades rotineiras.

Os sintomas podem piorar com ações como caminhar ou ficar em pé, mas podem melhorar ao sentar ou inclinar o corpo para frente. Marque sua consulta e saiba se esta é a razão do seu quadro de dor:

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Diagnóstico de estenose espinhal

O diagnóstico da estenose espinhal geralmente começa com uma consulta médica detalhada. O médico irá avaliar o histórico médico do paciente e realizar um exame físico. Durante a consulta, é comum que o paciente descreva seus sintomas, como dor nas costas, fraqueza nas pernas ou dificuldade em caminhar. O médico pode testar a força muscular e os reflexos, procurando sinais de compressão nervosa.

Para confirmar o diagnóstico, exames de imagem são fundamentais. Os mais comuns incluem:

  • Ressonância magnética (RM): permite visualizar a medula espinhal e os nervos, ajudando a identificar o local exato do estreitamento.
  • Tomografia computadorizada (TC): oferece imagens detalhadas das estruturas ósseas da coluna e pode ajudar a detectar anormalidades.
  • Radiografias (Raio-X): usadas para descartar outras causas de dor, como fraturas ou desalinhamentos.

O diagnóstico preciso é essencial para que o tratamento adequado seja iniciado, melhorando assim a qualidade de vida do paciente.

Tratamento para estenose espinhal

Fotografia de médicos na cirurgia, em que o paciente já está na mesa de cirurgia.

Com o tratamento ideal, a qualidade de vida do paciente pode voltar a ser como antes.

O tratamento da estenose espinhal varia conforme a gravidade dos sintomas e a localização do estreitamento, visando a redução dos sintomas e a melhora da funcionalidade sem recorrer a procedimentos invasivos. Em muitos casos, o tratamento inicial é conservador e pode incluir:

  • Medicação: analgésicos e anti-inflamatórios podem ajudar a aliviar a dor e a inflamação. Em alguns casos, os médicos também podem prescrever medicamentos para relaxar os músculos.
  • Fisioterapia: exercícios específicos podem ajudar a fortalecer os músculos ao redor da coluna, melhorar a flexibilidade e ensinar técnicas para aliviar a pressão sobre a coluna.
  • Injeções de corticosteroides: esses medicamentos podem ser injetados diretamente na área afetada para reduzir a inflamação e aliviar a dor.
  • Mudanças de estilo de vida: adotar uma rotina de exercícios de baixo impacto, manter um peso saudável e evitar atividades que agravam os sintomas são essenciais para o manejo da condição.

Tratamento minimamente invasivo

Se os tratamentos conservadores não proporcionarem alívio suficiente, o tratamento minimamente invasivo pode ser uma opção. Esses procedimentos, realizados por neurocirurgiões, têm como objetivo aliviar a pressão na coluna sem a necessidade de grandes incisões. Exemplos incluem:

  • Descompressão endoscópica: um procedimento que utiliza pequenas câmaras e instrumentos para remover o tecido que está comprimindo os nervos.
  • Radiofrequência: técnica que utiliza ondas de rádio para criar calor e eliminar as fibras nervosas que transmitem a dor.

Esses métodos oferecem a vantagem de uma recuperação mais rápida e menos dor no pós-operatório. Fale com o Dr. Thiago e conheça suas opções!

Tratamento cirúrgico

Se os sintomas persistirem e impactarem significativamente a qualidade de vida do paciente, pode ser necessária uma cirurgia. O objetivo da cirurgia é criar mais espaço no canal espinhal para aliviar a pressão sobre a medula e os nervos. Os tipos comuns de cirurgia incluem:

  • Laminectomia: remoção de uma parte da vértebra chamada lâmina, aumentando o espaço no canal vertebral.
  • Foraminotomia: aumento da abertura onde os nervos saem da coluna, aliviando a compressão.
  • Fusão Espinhal: em alguns casos, a fusão de duas ou mais vértebras pode ser necessária para estabilizar a coluna após a remoção de uma parte da vértebra.

Saiba mais sobre cirurgia de coluna com o Dr. Thiago

Recuperação pós-cirúrgico

A recuperação após a cirurgia de estenose espinhal varia de pessoa para pessoa, mas geralmente envolve:

  • Repouso e reabilitação: é comum que os pacientes precisem de um período de repouso seguido por fisioterapia. O objetivo é recuperar a força e a mobilidade.
  • Gerenciamento da dor: analgésicos podem ser prescritos para ajudar a controlar a dor pós-operatória.
  • Acompanhamento médico: consultas regulares com o médico são essenciais para monitorar a recuperação e ajustar o tratamento conforme necessário.

Muitas pessoas relatam uma melhora significativa nos sintomas após a cirurgia, permitindo uma volta mais confortável às atividades diárias.

Neurocirurgião especializado em estenose espinhal

Fotografia de Dr. Thiago Rodrigues

Se você busca um neurologista em São Paulo que capacitado para realizar a cirurgia de estenose espinhal e focado no bem-estar do paciente, entre em contato e agende uma consulta com o Dr. Thiago Rodrigues. 

O Dr. Thiago, neurocirurgião em SP, possui certificados nacionais e internacionais na área da neurologia para oferecer um atendimento de excelência para seus pacientes. Caso queira fazer uma avaliação, clique neste link!

Ignorar a dor e outros sintomas pode gerar sérias complicações. As explicações e recomendações  aqui descritas não substituem a análise específica de cada quadro, realizada somente pelo profissional. 

Por isso, busque o tratamento ideal com um neurocirurgião. Se você mora ou está na  capital de SP, já marque sua consulta com o neurologista Dr. Thiago pelos meios:

  • Telefone: (11) 31675770
  • E-mail: contato@neurocirurgiasp.com.br

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Gostou de saber mais sobre doenças da coluna e seus sintomas? Então, confira nossos artigos no blog. 

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Dr Thiago Rodrigues | CRM 140571 | RQE 59016 Neurocirurgia e Clínica de Dor
Dr. Thiago Rodrigues, MD, PhD | Neurocirurgião e Especialista em Dor (EPM/UNIFESP)
CRM 140571 | RQE 59016 | São Paulo — Iowa City (2026) | contato@neurocirurgiasp.com.br
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